Você já ouviu falar em visão subnormal ou baixa visão? Pelo nome, já dá para ter uma noção do que se trata, porém você sabia que esta condição afeta pessoas de diversas faixas etárias e que talvez você tenha e nem saiba?
Para entender melhor este problema, que tem aumentado o número de casos no país, elaboramos este conteúdo completo que irá esclarecer as suas dúvidas e alertar também!
Do que se trata a visão subnormal?
A visão subnormal é um problema associado a uma pessoa que possui acuidade visual reduzida, comprometendo a sua visão.
Na maioria das vezes, este problema acontece após o tratamento ou tentativa de correção com uso de óculos, lentes de contato ou implantação de lentes intraoculares após cirurgia de catarata.
A visão subnormal é igual à cegueira?
É comum surgir este tipo de dúvida, já que se trata de complicações parecidas, porém são duas condições diferentes.
Enquanto a cegueira significa a perda total da visão, a visão subnormal apresenta uma capacidade visual de 20% ou menos da visão normal.
Crianças diagnosticadas como cegas podem possuir alguma visão útil. Em países em desenvolvimento, a prevalência de cegueira infantil é de 1 a 1,5 para cada mil crianças, enquanto a prevalência de visão subnormal é três vezes maior, segundo estimativa da Organização Mundial da Saúde.
Quais são as causas da doença?
De acordo com o CBO, Conselho Brasileiro de Oftalmologia, embora a maior incidência seja em idosos, pessoas de todas as idades podem ser acometidas.
A visão subnormal pode ocorrer por causa congênita, doenças hereditárias, traumas, diabetes, glaucoma, catarata e doenças relacionadas à idade.
Quais são os principais sintomas?
Os sintomas mais frequentes em todas as faixas etárias estão relacionados a dificuldades de enxergar, realizar atividades, visualizar detalhes e ver manchas escuras no campo de visão, tanto na visão central quanto na periférica.
Há tratamento para este problema?
Infelizmente, a doença não tem cura. Mesmo assim, há alguns tratamentos que ajudam a melhorar a visão, mas isso não significa que o portador irá enxergar perfeitamente.
O tratamento consiste em algo personalizado, com foco na estimulação visual através de recursos ópticos especiais, como lupas, telelupas, sistemas de ampliação de imagem, entre outros.
Além disso, em casos específicos ou avançados, o acompanhamento poderá ser feito não apenas com o médico oftalmologista, mas também com profissionais de outras especialidades, como psicólogos, terapeutas ocupacionais, ortopedistas, entre outros.
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