Primeiro transplante de córnea artificial bem-sucedido do mundo!

Para que haja mais facilidade no entendimento do transplante de córnea, é preciso entender o que é e qual a função da córnea, e as doenças que podem afetá-la.
A córnea é um tecido transparente e resistente, localizado na parte da frente do olho. Pode ser simplificadamente imaginada como se fosse o “vidro de um relógio”. Ela é responsável por focar, captar luz e proteger os olhos. Em sua estrutura não há vasos sanguíneos, mas existem diversas terminações nervosas.
Várias doenças oculares podem afetar a córnea, fazendo com que fique opaca ou causando irregularidades em sua forma ou superfície, como, por exemplo, a catarata e o ceratocone. Além disso, trauma no olho, queimaduras por substâncias químicas, entre outras condições também podem causar problemas na córnea.
Uma córnea saudável é aquela que não apresenta opacidade e que sua curvatura permite a formação de imagens nítidas.
Transplante de córnea
Infelizmente, o olho como um todo não pode ser transplantado, apenas alguns tecidos oculares, como a córnea, suas células-tronco e a esclera.
Durante o transplante, parte da córnea opacificada é retirada e trocada por uma parte saudável.
Não são todas as doenças oculares que se beneficiam do transplante de córnea, apenas aquelas que a afetam diretamente. Em geral, os transplantes de córnea podem recuperar a visão de mais de 90% dos casos.
Segundo o oftalmologista Leôncio Queiroz Neto, do Instituto Penido Burnier, a maior causa de transplante no Brasil é o ceratocone, uma doença degenerativa na córnea, que corresponde a 70% dos transplantes.
De acordo com uma matéria da Universo Visual, até 2019, anualmente surgem 1,5 milhão de novos casos de perda de visão por falta de transplante de córnea, que é o mais realizado mundialmente.
Esse número é devido à falta de doações de córnea, fazendo com que apenas 1 a cada 70 pessoas consiga realizar o procedimento. A fila de espera para a realização do procedimento depende do número de doações.
Um ato que pode mudar a vida de quem está aguardando esse transplante é a conscientização dos familiares em permitir a doação de órgãos.
Primeiro transplante de córnea artificial restaurou a visão de um idoso de 78 anos
Apesar de todas as dificuldades que estamos passando devido à crise da COVID-19, recentemente foi realizado e bem
Problemas nos olhos? Conheça os principais exames para avaliar a saúde de sua retina

A retina é uma fina estrutura do tecido nervoso que reveste a parte interna do olho. Ela contém milhões de células sensíveis à luz, como bastonetes e cones, além de outras células nervosas que recebem e organizam as informações visuais.
A retina envia essas informações ao cérebro por meio do nervo óptico, permitindo que você enxergue.
Quando esta estrutura é danificada, alguns problemas podem acontecer, tais como: fissuras, descolamento da retina, ruptura retiniana, retinopatia diabética, entre outras condições.
Existem tratamentos disponíveis para algumas doenças da retina. Dependendo da adversidade, os objetivos do tratamento podem ser: interromper ou retardar a doença, melhorar ou restaurar a visão.
Se não forem tratadas, algumas doenças da retina podem causar severa perda de visão ou cegueira. Sendo assim, nós da Eyetec sugerimos que procure seu oftalmologista para realizar uma avaliação completa sobre o seu caso.
Confira quais são os principais exames que você deve fazer para se prevenir!
Mapeamento da retina
O primeiro passo é analisar detalhadamente o interior da sua retina.
Este exame é feito por um equipamento chamado oftalmoscópio, no qual o examinador investiga e avalia mais detalhadamente a retina central e periférica, o nervo óptico, o humor vítreo e os vasos sanguíneos.
Retinografia
A retinografia é um exame que permite fotografar em alta resolução as regiões do fundo do olho, como retina, nervo óptico, coroide e vasos sanguíneos.
Dessa forma, é feita uma documentação fotográfica que possibilita acompanhar a doença e o tratamento.
Campimetria
A campimetria trata-se de um exame que ajuda a identificar e perceber problemas de visão e áreas sem visão do campo visual, mesmo que o paciente não note o problema.
Os resultados podem ser visualizados em até 4 formas diferentes: mapas numéricos em dB, escala intuitiva de pontos, tons de cinza ou mapas coloridos que identificam as regiões com perda de sensibilidade.
Tomografia de coerência óptica (OCT) e Angio-OCT
A tomografia de coerência óptica, também conhecida como OCT, é um exame que captura imagens do fundo do olho, no segmento posterior ocular.
Por meio de um foco de luz, o exame atinge as camadas da retina e registra, com alta resolução e em três dimensões, imagens de corte seccional das estruturas oculares.
Saiba mais sobre o Crosslink: tratamento de Ceratocone

Com tantos avanços tecnológicos, o setor de oftalmologia é um segmento que está sempre inovando e investindo em soluções de modo a prevenir possíveis problemas oculares e levar bem-estar para todos.
Sendo assim, uma das inovações é o crosslink, um método cirúrgico que vem se mostrando bastante esperançoso, a fim de minimizar a progressão da doença ceratocone (CID 10 – H18.6), que é uma deformação progressiva da curvatura da córnea, estrutura transparente que reveste a parte anterior do olho, provocando nela um afinamento em forma de cone.
No que consiste o tratamento – Crosslink?
O objetivo deste procedimento é induzir um aumento da rigidez e da resistência da córnea, permitindo que ela não se altere com o passar dos anos, diminuindo os impactos à visão e à qualidade de vida do paciente.
Por meio dessa técnica, é possível retardar os danos causados pelo ceratocone e evitar a perda da acuidade visual e até a necessidade de um futuro transplante.
No crosslinking, há um fortalecimento das fibras de colágeno, que representam as pontes de sustentação da córnea. Com o aumento da resistência corneana, diminui-se a elasticidade da córnea e, com isso, reduz-se a hipótese de progressão do abaulamento corneano, responsável pelo alto astigmatismo e baixa da visão.
Quando é indicado o tratamento?
Ceratocone em progressão documentada na população adulta;
No diagnóstico de ectasia pós-cirurgia refrativa;
No diagnóstico de ceratocone na população com menos de 18 anos;
Pacientes em qualquer idade podem optar apenas por acompanhamento da doença, pois o Crosslink também apresenta complicações. Todo tratamento cirúrgico deve ser discutido e esclarecido antes de determinar a conduta.
Como é o tratamento?
O tratamento é minimamente invasivo e pode ser feito apenas com anestesia tópica, por meio do uso de colírios anestésicos.
A técnica consiste na aplicação de um colírio especial à base de riboflavina, vitamina B2, que posteriormente é ativado por um feixe de luz ultravioleta. Isso estimula a contração e a união das fibras de colágeno, aumentando a resistência da córnea e reforçando sua estrutura.
O procedimento dura aproximadamente uma hora e, normalmente, não tem necessidade de internação.
Explicação do diagrama de blocos
O Eyelink foi desenvolvido atendendo às mais rígidas normas de segurança. Tem um sistema de controle que garante o erro máximo de 5% na potência de saída.
No diagrama de blocos abaixo, podemos observar os sensores de controle e realimentação do sistema. Possui 3 sensores: o corrente, o óptico principal e o ótico saída.
O equipamento tem um sistema de segurança onde é gravado a cada segundo a quantidade inserida de UV, garantindo assim a recuperação do tratamento mesmo em caso de emergência.
Protocolos de tratamentos – Eyelink
De acordo com a lei da reciprocidade de Bunsen-Roscoe, o mesmo efeito fotoquímico poderia ser alcançado com a redução do tempo de iluminação e correspondente aumento da intensidade de irradiação.
De forma que 10 minutos de irradiação a 9 mW/cm2 deveriam prover o mesmo efeito obtido com 30 minutos de irradiação a 3 mW/cm2. Uma vez que todas as combinações de tempo e intensidade resultam na mesma quantidade de energia 5,4 J/cm2.
1 – Protocolo Dresden
Tempo de 30 minutos com intensidade de irradiação 3 mW/cm2.
2 – Protocolo Intermediário
Tempo de 15 minutos com intensidade de irradiação 6 mW/cm2.
3 – Protocolo Acelerado
Tempo de 10 minutos com intensidade de irradiação 9 mW/cm2.
4 – Protocolo Ultra Acelerado
Tempo de 7,5 minutos com intensidade de irradiação 12 mW/cm2.
5 – Protocolo Intermediário Pulsado
Tempo de 30 minutos com intensidade de irradiação 6 mW/cm2.
6 – Protocolo Acelerado Pulsado
Tempo de 20 minutos com intensidade de irradiação 9 mW/cm2.
7 – Protocolo Ultra Acelerado Pulsado
Tempo de 15 minutos com intensidade de irradiação 12 mW/cm2.
Curiosos mitos e verdades sobre a cegueira

Que a cegueira é uma doença que pode ser ocasionada pelo glaucoma, isso todos já sabem. No entanto, há muitas controvérsias sobre este problema perigoso.
Sendo assim, se você tem curiosidade de saber mais sobre quais são os mitos e verdades da cegueira, continue a leitura e se surpreenda com as nossas informações!
Estatística sobre a cegueira no Brasil e no mundo!
Segundo a Organização Mundial da Saúde, as principais causas de cegueira no Brasil são: catarata, glaucoma, retinopatia diabética, cegueira infantil e degeneração macular.
Segundo dados do IBGE de 2010, no Brasil, das mais de 6,5 milhões de pessoas com alguma deficiência visual:
624 pessoas são incapazes de enxergar totalmente, ou seja, são cegas;
056.654 pessoas possuem baixa visão ou visão subnormal, grande e permanente dificuldade de enxergar;
Outros 29 milhões de pessoas declararam possuir alguma dificuldade permanente de enxergar, ainda que usando óculos ou lentes.
Por outro lado, segundo os dados do World Report on Disability 2010 e do Vision 2020, a cada 5 segundos, 1 pessoa se torna cega no mundo.
Além disso, do total de casos de cegueira, 90% ocorrem nos países emergentes e subdesenvolvidos. Estima-se que, até 2020, o número de pessoas com deficiência visual poderá dobrar no mundo.
Mitos e verdades sobre a cegueira
1) Pessoas cegas estão sempre na “escuridão total”, sem ver absolutamente nada?
MITO! Segundo a Organização Mundial da Saúde, cerca de 253 milhões de pessoas vivem com deficiência visual. Destes, 36 milhões são cegos.
A Organização Mundial da Saúde não especifica quantos desses 36 milhões não têm percepção de luz. Muitas pessoas consideradas cegas ainda conseguem distinguir sombras, ver formas, contornos ou diferenciar entre claro e escuro.
Pessoas cegas não podem usar a maior parte da tecnologia?
MITO! A tecnologia pode ser um estilo de vida para pessoas cegas. Elas podem usufruir de computadores, telefones celulares, aplicativos e outras tecnologias para aumentar sua independência e tornar o mundo mais acessível.
Olhar para o sol causa cegueira?
VERDADE! Caso fique muito exposto e com frequência olhando para o sol, você pode lesionar a retina de maneira irreversível.
Pessoas com baixa visão que não conseguem ler letras regulares devem ler em braile?
VERDADE! O tipo de leitura de pacientes com baixa visão varia. Alguns usam braile, outros usam fontes maiores e há quem leia a impressão em tamanho normal com um dispositivo óptico.
Coçar os olhos é perigoso e pode cegar?
VERDADE! Não são todos os casos que acontecem dessa forma, mas não podemos esquecer do alerta de que coçar bastante os olhos e com força é perigoso e pode causar o descolamento da retina e, em casos mais avançados, alteração na córnea.
Pessoas que possuem cegueira não podem construir uma carreira?
MITO! Diversas empresas e indústrias possuem programas de oportunidades para deficientes visuais.
No ano de 2019, o Governador João Doria lançou o programa “Meu Emprego – Trabalho Inclusivo”, que tem o objetivo de promover desenvolvimento profissional, inclusão e permanência de pessoas com deficiência no mercado de trabalho, além de oferecer cursos de qualificação técnica e empreendedora.
Retina de pacientes com Covid-19 é identificada com lesões

A COVID-19 tem se alastrado e se proliferado de uma maneira muito acelerada e isso já não é mais uma novidade, até porque todos já estão tomando as medidas de prevenção e higiene diariamente a fim de se resguardar do vírus, não é mesmo?
No entanto, você sabia que o vírus “invadiu” também a área dos olhos, mais especificamente, a retina, causando lesões? Sim, é isso mesmo que você leu!
Até parece algo curioso ou fora do que estamos acostumados a ler ou ouvir a respeito da Covid, mas isso aconteceu e foi diagnosticado por uma pesquisa liderada pelo departamento de Oftalmologia do Centro Universitário Saúde ABC / Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).
O caso teve tanta repercussão que foi publicado na revista científica do Reino Unido, a British Journal of Ophthalmology (BJO), referência mundial na área de saúde ocular.
Quer saber mais sobre este fato curioso? Continue a leitura e fique por dentro!
Como teve início o estudo?
Com a chegada da pandemia, médicos residentes e fellows da Oftalmologia da FMABC decidiram estudar o acometimento oftalmológico em pacientes com Sars-CoV-2, vírus causador da COVID-19.
Foram feitos vários estudos dentro da temática, inclusive com pesquisa de vírus na lágrima e de secreção conjuntival.
O principal achado, e considerado ponto central do estudo, é que as alterações retinianas descobertas podem sugerir complicações semelhantes em outros órgãos do corpo humano, o que facilita a compreensão da doença e favorece a escolha de um tratamento mais assertivo e eficaz aos pacientes.
Do que se trata o estudo da FMABC?
A partir da dilatação ocular, foram descobertas anormalidades em dez dos pacientes avaliados.
Os principais achados foram lesões vasculares agudas da retina interna, inclusive com hemorragias e lesões de padrão isquêmico, visíveis por manchas algodonosas e palidez setorial da retina.
Os exames foram feitos por câmera digital de fundo de olho e os pacientes foram avaliados por dois especialistas em retina.
Vale ressaltar que, até então, outros estudos clínicos feitos por pesquisadores brasileiros e estrangeiros haviam investigado manifestações oculares em pacientes com diagnóstico de Covid-19, mas estes foram predominantemente conduzidos após a alta hospitalar.
O ineditismo envolve a análise feita em pacientes ainda durante o período de internação em UTI.
Quais foram as conclusões dos especialistas do estudo?
“O que observamos na retina pode ser considerado um reflexo do que está acontecendo no resto do corpo do paciente. É aí que está a importância do exame e como os nossos resultados podem ajudar a melhorar a compreensão sobre a doença.”
As alterações microvasculares observadas na retina muito provavelmente estão acontecendo também nos pulmões, cérebro, rins e demais órgãos, desempenhando um papel importante na gravidade da doença.
Ao entendermos melhor os efeitos da Covid-19 no organismo, conseguimos auxiliar o tratamento e o cuidado aos pacientes de maneira mais eficaz”, explica o chefe do Setor de Retina da FMABC, Dr. Julio Zaki Abucham Neto, um dos orientadores do estudo.
Se desejarem, a pesquisa completa está disponível e você pode ver clicando aqui.
Em breve, um novo conteúdo sobre notícias do nosso universo aqui no nosso blog! Enquanto isso, já leu o nosso último texto? Clique aqui e fique por dentro das novidades!
O que é visão subnormal e quais são os sintomas?

Você já ouviu falar em visão subnormal ou baixa visão? Pelo nome, já dá para ter uma noção do que se trata, porém você sabia que esta condição afeta pessoas de diversas faixas etárias e que talvez você tenha e nem saiba?
Para entender melhor este problema, que tem aumentado o número de casos no país, elaboramos este conteúdo completo que irá esclarecer as suas dúvidas e alertar também!
Do que se trata a visão subnormal?
A visão subnormal é um problema associado a uma pessoa que possui acuidade visual reduzida, comprometendo a sua visão.
Na maioria das vezes, este problema acontece após o tratamento ou tentativa de correção com uso de óculos, lentes de contato ou implantação de lentes intraoculares após cirurgia de catarata.
A visão subnormal é igual à cegueira?
É comum surgir este tipo de dúvida, já que se trata de complicações parecidas, porém são duas condições diferentes.
Enquanto a cegueira significa a perda total da visão, a visão subnormal apresenta uma capacidade visual de 20% ou menos da visão norma
Médico oftalmologista: tudo sobre o mercado, cursos e salário

Ingressar na área da saúde, mais especificamente na medicina, é um sonho para diversos estudantes, mas com isso também vêm longas horas de estudo, cursos e muitas responsabilidades, já que é uma profissão que exige uma série de fatores e é considerada um segmento difícil.
A oftalmologia, por exemplo, é uma especialidade da medicina que atrai muitos estudantes que desejam realizar cirurgias, prescrever tratamentos e tratar dos mais variados transtornos relacionados ao sentido da visão.
Mas, mesmo assim, você está com dúvidas sobre qual área seguir? Ou quer saber mais sobre a oftalmologia?
No conteúdo de hoje, esclareceremos algumas questões para ajudar você a entender se essa é uma carreira compatível com seu perfil e suas expectativas. Continue a leitura e saiba mais!
O que faz um médico oftalmologista?
É o profissional que tem como objetivo identificar, tratar e corrigir problemas apresentados nos olhos, a fim de preservar a saúde ocular e garantir, dentro das possibilidades, uma melhor visão aos pacientes.
O médico oftalmologista atua na prevenção de doenças, em tratamentos e em procedimentos voltados à melhoria da qualidade de vida relacionada à visão.
Porém, vale ressaltar que, mesmo sendo uma área de extrema importância, uma pesquisa chamada “Um olhar para o glaucoma no Brasil”, que contou com a participação de 2,7 mil internautas com mais de 18 anos, afirmou que três a cada 11 pessoas disseram que só procuram o oftalmologista quando sentem algum incômodo nos olhos.
Esse número chama atenção e reforça o alerta quanto à necessidade de manter uma frequência de consultas oftalmológicas.
Inclusive, outubro foi eleito o Mês Mundial da Visão, com o objetivo de ressaltar a relevância desse tema. Esse exemplo mostra como essa área representa um grande desafio.
Como ingressar na área?
O primeiro passo, como para qualquer outro profissional da área da saúde, é cursar a faculdade de medicina.
Depois, o médico deve realizar uma pós-graduação ou especialização, tornando-se um médico oftalmologista. Tudo vai depender do momento atual e das condições de cada profissional, já que é um curso conhecido por ter custos altos, tanto nas mensalidades quanto nos materiais e cursos.
Além disso, vale ressaltar que todos os profissionais de medicina devem obter seu registro profissional no Conselho Regional de Medicina para poder exercer a profissão.
Quem é formado nessa área pode trabalhar em hospitais públicos, hospitais privados, montar seu próprio consultório ou, através do bacharelado, lecionar em universidades e se tornar professor.
Mercado de trabalho
Da mesma forma que em outras profissões, o mercado de trabalho para esse profissional normalmente é amplo e tem espaço para diferentes atuações.
Por conta da necessidade constante de atendimento à população, a área da saúde demanda profissionais qualificados. Além disso, a rede particular também precisa de muitos profissionais, sobretudo nas áreas de estudos e pesquisas.
Recentemente, saiu um concurso público com mais de 3 mil vagas abertas, com oportunidades de até quase R$ 12 mil, em diversos níveis de escolaridade e para muitas áreas profissionais, incluindo oftalmologia.
Quanto ganha o profissional desta área?
Piso salarial: média do salário base de acordos, convenções coletivas e dissídios coletivos com menções ao cargo de médico oftalmologista negociado por sindicatos e registrado no MTE.
Média salarial: soma de todos os salários dividida pelo total de salários de profissionais no cargo de médico oftalmologista da amostragem. Cálculo de média aritmética simples.
1º quartil: cálculo que separa 25% dos menores salários e obtém a média salarial entre eles.
Salário mediano: valor que mostra o salário bem ao centro da amostragem. O cálculo separa os dados de modo que 50% dos salários informados são superiores a esse nível e 50% são inferiores.
3º quartil: cálculo que separa 25% dos maiores salários e obtém a média salarial entre eles.
Teto salarial: corresponde aos maiores salários no cargo, observando-se ponderações e filtros exclusivos do algoritmo de pesquisa salarial.
E então, o que acharam do conteúdo? Esperamos que tenham compreendido e gostado. Se possível, compartilhe com os colegas e não se esqueça de deixar o seu comentário aqui embaixo!
Consultório básico: equipamentos essenciais Eyetec para quem está começando

Recentemente, postamos um conteúdo abordando os passos para abrir a sua própria clínica e também sobre como juntar dinheiro e se programar para o investimento.
Dessa vez, iremos informar quais são os equipamentos essenciais para quem está começando e precisa alugar ou investir na sua clínica. Se você é residente ou tem interesse no tema e quer saber mais, continue a leitura!
Refrator Greens
São conhecidos como refratores oftalmológicos no segmento de refração, já que realizam as medições que serão utilizadas em prescrições de lentes de contato e óculos de grau.
A refração da luz no globo ocular é corrigida por essas lentes, identificando o problema e permitindo a criação de condições naturais para a realização dos testes de visão, garantindo imagens nítidas.
Oftalmoscópio indireto
É um equipamento leve e confortável, permitindo ao examinador o uso por períodos prolongados sem causar fadiga.
Garante baixa manutenção, já que o seu dispositivo de iluminação não é lâmpada incandescente com filamento, e sim um potente LED. Possui espectro luminoso bem definido, oferecendo ampla e nítida imagem do fundo do olho, possibilitando excelente diagnóstico.
Além disso, por ser um equipamento de alta durabilidade e precisão, assegura uma iluminação mais clara e com incidência zero de radiações ultravioleta.
Lâmpada de fenda
Excelente instrumento de diagnóstico para a análise das estruturas do segmento anterior e alterações.
Possibilita uma iluminação LED, ou seja, apresenta ao examinador uma imagem mais limpa e nítida, garantindo baixa radiação da iluminação e tornando o exame mais confiável e seguro para o paciente.
Tela de acuidade
Trata-se de um equipamento alinhado à tecnologia e ao design, sem abrir mão da confiabilidade e precisão do diagnóstico.
Este equipamento é constituído por uma tela de alta resolução, capaz de exibir, com apenas um toque no controle remoto, os mais variados modelos de optótipos.
Tudo isso com a qualidade e segurança de uma empresa que é líder de mercado em todos os produtos que comercializa.
Autorrefrator
É um equipamento utilizado para identificar o erro de refração do paciente. Com ele, é possível obter o grau aproximado rapidamente, acelerando o processo da refração.
É um equipamento de triagem e nunca deve ser utilizado sozinho para fazer a avaliação completa do paciente.
Com este produto, é possível adiantar a consulta, podendo ser facilmente manuseado por alguém, desde que esta pessoa tenha um breve treinamento antes. Os modelos mais atuais podem fazer, além da refração, a ceratometria.
Conjunto cadeira/coluna oftálmica
Atualmente, nós da Eyetec não fabricamos estes dois produtos, mas temos uma parceria com a Xenonio, uma empresa que, assim como nós, preza pela qualidade e tecnologia de seus produtos.
A parceria também reforça a melhoria contínua e a eficácia do sistema de gestão e qualidade em equipamentos médicos.
Eyetec, sinônimo de qualidade e garantia para você!
A Eyetec está inserida em um setor produtivo altamente regulamentado, atendendo à fabricação de produtos e equipamentos médicos e eletromédicos.
Para isso, dominamos o conhecimento técnico e científico necessário para desenvolver e lançar novos produtos.
A Eyetec controla todo o processo produtivo para atender às inúmeras normas e requisitos legais exigidos para este segmento. A qualidade é a nossa questão estratégica e, por isso, mantemos uma posição de destaque no mercado.
Caso você tenha ficado com alguma dúvida sobre os nossos produtos, entre em contato conosco. Um de nossos atendentes responderá você e auxiliará no que for necessário. Até breve em um novo conteúdo!
5 passos para guardar dinheiro e abrir a sua clínica

Quem não deseja guardar dinheiro e abrir a sua própria clínica dos sonhos, não é mesmo? Ainda mais no setor de oftalmologia, uma área que tem crescido no país e a procura é sempre alta.
Mas, se por acaso você não sabe como se planejar ou quais são as formas de conseguir juntar o dinheiro, no conteúdo de hoje nós iremos te ajudar e mostraremos, em forma de passos, a maneira mais fácil e simples de conquistar a sua clínica.
Vale ressaltar que, para abrir uma clínica, é necessário considerar uma série de fatores. A seguir, listamos apenas os principais, mas é interessante que você esteja sempre conectado a assuntos do seu segmento, tenha contato com pessoas que já estejam na área e, se possível, se profissionalize no segmento de empreendedorismo ou administração.
Dessa forma, você melhora seus conhecimentos, coloca em prática tudo o que conseguiu coletar de informações úteis para o aperfeiçoamento da sua clínica e consegue se destacar dos concorrentes para garantir o seu estabelecimento. Confira!
Passo 1 – Organize as suas finanças
Até parece um tópico óbvio, mas ele é essencial para todo e qualquer projeto de vida. Mapeie uma estratégia clara e objetiva para sanar quais serão as suas dívidas, qual o valor total do investimento em equipamentos, contratação de pessoas, infraestrutura, documentação e taxas extras.
Dessa forma, você identifica os prazos possíveis de serem atingidos e consegue se organizar melhor antes de abrir a sua clínica.
Procure diminuir gastos e poupar novas compras que sejam desnecessárias para o momento, economizando o máximo que puder por mês. Além disso, existem algumas documentações obrigatórias que fazem parte importante do custo fixo da empresa, como os impostos a serem recolhidos, sejam eles estaduais ou do próprio segmento.
Passo 2 – Use uma planilha de gastos
No tópico acima, você começou a planejar quais serão os gastos. Agora, neste tópico, você irá inserir essa estratégia para a sua clínica.
Atualmente, existem algumas planilhas bem conhecidas que você pode usar, como, por exemplo: Excel, Mobills, Google Planilha, Bloco de Notas do celular ou outro aplicativo de gestão.
Passo 3 – Já pensou em aumentar um pouco a sua renda?
Não importa o valor que você tenha, desde baixo ou alto, toda vez que fechar o mês você pode separar ou destinar uma quantia que será o seu valor para poupar.
Por exemplo, se o seu sonho é uma viagem de 20 dias pela Europa e o valor total é de R$ 15 mil, você terá que guardar R$ 1.250 por mês. Com uma renda extra, você consegue poupar R$ 1.600. Dessa forma, em menos de um ano, você obtém o valor e ainda terá R$ 4.200 de sobra.
Passo 4 – Crie uma conta de investimentos
Quando o assunto é investimento, a grande maioria da população brasileira não conhece as opções disponíveis no mercado. Hoje já é possível investir seu dinheiro com retornos muito maiores que os oferecidos pela poupança tradicional, que é disponibilizada no seu banco.
Por isso, procure uma empresa especializada em gestão de investimentos para te apresentar as opções que melhor se adequam aos seus objetivos e que tenham um rendimento superior à inflação.
Passo 5 – Invista em equipamentos alugados
Este começo não é fácil, até porque, além dos gastos, você terá que pensar nos equipamentos que, na maioria das vezes, possuem valor elevado.
São caros, sim. Mas, calma, nós temos a solução! Não faz sentido alugar um equipamento que se paga facilmente em 1 ano com um bom fluxo de exames. Mas, se você está iniciando ou o volume de exames é baixo, menos de 100 exames por mês, talvez seja vantagem alugar o equipamento com opção de compra futura.
Alugando equipamentos, o cliente raramente deixa de realizar exames, mantendo sua produtividade. Quando houver necessidade de reparos na fábrica, outro equipamento é enviado, sem gastos com manutenção.
Caso queira saber mais sobre esta modalidade de aluguel, acesse o nosso site e encontre todas as informações sobre isso.
Viu só, são pequenas ações, mas que no final trazem um grande retorno! Se você gostou deste artigo, não se esqueça de compartilhar com os colegas e continuar nos acompanhando por aqui, sempre trazemos novos conteúdos para você!
O que é necessário para montar um consultório de oftalmologia?

Há muito que dizer sobre o tema, até porque abrir um consultório nem sempre é uma tarefa muito fácil e rápida de ser elaborada, já que exige uma série de planejamento, tempo e verba para colocar em prática o projeto dos sonhos.
Fora isso, os cursos desta área não costumam oferecer matérias sobre gestão e administração, ou seja, você passa de ser um oftalmologista e também se torna um empreendedor que precisa abrir o seu negócio próprio e manter em meio a um mercado tão competitivo como o nosso.
No entanto, como forma de ajudar a todos que estão neste primeiro passo que é montar um consultório de oftalmologia, a seguir listamos como forma de guia o que você precisa para dar início ao sonho, confira!
1 – Faça um planejamento antes de iniciar
Não importa o que você faça, desde algo simples ou mais complexo, o planejamento é uma etapa que não pode ser esquecida. É necessário para depois você colocar em prática toda a jornada que você traçou no papel a fim de evitar qualquer conflito que possa surgir.
Neste caso, para um consultório de oftalmologista, tenha em mente uma localização viável e de fácil acesso para os seus pacientes, os produtos necessários para este começo, verifique as exigências legais e sanitárias, entre outras ações para dar start ao projeto!
2 – Equipamentos essenciais para quem está começando
Dentro do encaixe de orçamento você deve considerar aluguel, gastos mensais e demais despesas. Porém, você não pode se esquecer dos equipamentos necessários que atenderão o seu paciente na clínica dos olhos, a seguir listamos os 5 principais para este início:
Refrator Greens: são conhecidos como refrator oftalmológico no segmento de refração, já que perfaz as medições que serão utilizadas em prescrições de lentes de contato e óculos de grau. A refração da luz no globo ocular é corrigida por essas lentes, identificando o problema e permitindo a criação de condições naturais para realização.
Oftalmoscópio indireto: equipamento leve e confortável permite ao examinador o uso por períodos prolongados sem causar fadiga.
Lâmpada de fenda: excelente instrumento de diagnóstico para a análise das estruturas do segmento anterior e alterações.
Tela de acuidade visual: constituído por uma tela de alta resolução, é capaz de exibir com apenas um toque no controle remoto os mais variados tipos de optótipos.
Conjunto cadeira/coluna oftálmica: atualmente, nós da Eyetec não fabricamos estes dois produtos, mas temos uma parceria com a Xenonio, uma empresa que, assim como nós, preza pela qualidade e tecnologia de seus produtos, assim como a melhoria contínua e eficácia de seu sistema de gestão e qualidade em equipamentos médicos.
3 – Escolha o local e invista na decoração
A estrutura básica de qualquer consultório acaba sendo o mesmo para todos. Pense em ambientes, como: recepção, banheiros, sala de atendimento, sala para estoque de produtos ou equipamentos e uma sala exclusiva para a realização de exames, tudo vai depender de acordo com as suas necessidades.
Ainda neste tópico, sabe aquele ditado “A primeira impressão, é a que fica?”, pois é ela não é em vão, até porque uma boa decoração é uma ótima estratégia de captação de novos clientes.
Do que adianta uma clínica oftalmologista, com uma decoração não tão boa? É bem provável que os seus clientes não voltaram tão cedo por lá, por isso foque em mobílias confortáveis, papéis de parede com a temática do seu segmento, disponibilize “mimos”, seja um café ou um petisco, pense sempre em oferecer um serviço de qualidade e diferente do seu concorrente.
4 – Invista em mídias sociais e ofereça um serviço de qualidade
Uma pesquisa da plataforma Statista, feita no segundo semestre deste ano, revelou que o Brasil aparece em quinto lugar no ranking dos países em que o crescimento de usuários de redes sociais irá ser ainda mais significante após este ano de quarentena.
O que queremos dizer com isso? Para que o público tenha conhecimento da sua atividade em sua nova clínica é preciso considerar o investimento em redes sociais ou conteúdos patrocinados, somente desta forma você conseguirá obter mais pacientes para o seu empreendimento e ser visto com